Vereador Donato

DESPERDÍCIO PÚBLICO DE 3,5 MILHÕES

Empresa licitada tem vários processos civis e trabalhistas, e vereador vai encaminhar denúncia ao Ministério Público.

Obra do UPA parada

Obra do UPA parada

Vereador Donato

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Em pronunciamento na Tribuna da Câmara Municipal de Mongaguá, o vereador Renato Donato (PSB) demonstrou sua indignação com obras que estão paradas, expondo os materiais de construção à deterioração.

A UPA de 1,7 milhão, e, a creche de 1,8 milhão, que somam um desperdício público no montante de 3,5 milhões de reais, são exemplos desse descaso de gestão pública. Em uma sala da obra, foi encontrado pelo vereador 200 sacos de cimento, que em função da umidade terão que ser jogados fora. Numa pesquisa feita pelo vereador, se constatou que a empresa responsável, vencedora da licitação, tem vários processos civis e trabalhistas na justiça. “Vou aguardar a resposta da Prefeitura e, dependendo do que for respondido, vou encaminhar o caso ao Ministério Público (MP)”, finaliza Donato.

Esse dinheiro, jogado fora, que é do povo, e que deveria estar aplicado na obra, faz falta em outros setores porque terá que tirar de algum outro lugar para compensar essa perca, isso se não perdurar o problema por mais tempo.

Após análise e vistoria das obras, o legislador Donato apresentou requerimentos pedindo informações ao Executivo, os quais foram aprovados. Ele reclamou da fiscalização da Secretaria de Obras que não estaria fazendo o seu trabalho e solicitou os contratos realizados entre a Administração e a empresa responsável pelas obras.

Opinião – Apesar de a administração pública atual estar em evidência no mandato do executivo por determinação judicial, e não pela maioria do voto popular – que elegeu outro -, espera-se que ao assumir as responsabilidades da gestão, o faça de forma digna, responsável, voltada para o povo mongaguaense que pagam os seus impostos e esperam um retorno compatível. Deixar material de construção se deteriorar é jogar dinheiro fora, e nenhum administrador pode levar mérito por isso. É preciso compromisso e responsabilidade do Executivo e Legislativo, inclusive da fiscalização direta dos demais vereadores, para não haver desculpas como “não tinha conhecimento da causa”.

*Fonte Jornal Visão Metropolitana

 




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